Sa√ļde Imuniza√ß√£o

Brasil ajudará países vizinhos após concluir vacinação, diz Guedes

Segundo Guedes, a medida √© necess√°ria para reduzir a desigualdade na recupera√ß√£o econ√īmica no p√≥s-pandemia.

Por G7 Bahia

15/10/2021 às 10:31:05 - Atualizado h√°

Dentro de dois meses, o Brasil come√ßar√° a ajudar pa√≠ses vizinhos a refor√ßar a imuniza√ß√£o após concluir a vacina√ß√£o da popula√ß√£o adulta contra a covid-19, disse hoje (13) o ministro da Economia, Paulo Guedes. Segundo Guedes, a medida é necess√°ria para reduzir a desigualdade na recupera√ß√£o econômica no pós-pandemia.

"Temos preocupação com a recuperação desigual entre os países. Em dois meses, teremos nossa população toda vacinada e vamos começar a vacinar nossos vizinhos", afirmou o ministro em evento da organização Atlantic Council, em Washington.

O ministro destacou que o Brasil j√° vacinou 93% da popula√ß√£o adulta com a primeira dose e 60% com as duas doses ou dose √ļnica. De acordo com o ministro, o ritmo da imuniza√ß√£o est√° garantindo "uma volta segura ao trabalho" no pa√≠s.

Guedes disse que a import√Ęncia da vacina√ß√£o em massa foi um dos principais temas discutidos nas reuni√Ķes do Fundo Monet√°rio Internacional (FMI) e do Banco Mundial. Os encontros ocorrem nesta semana na capital norte-americana, com a presen√ßa de ministros de Finan√ßas e presidentes de bancos centrais de diversos pa√≠ses.

Recuperação

O ministro disse que o desempenho da economia brasileira está surpreendendo, com o país recuperando-se em ritmo melhor que as economias avançadas em 2021. "Caímos menos e estamos crescendo mais rápido do que as economias avançadas. Vamos crescer 5,3% neste ano", declarou.

Para Guedes, a a√ß√£o do governo contribuiu para reduzir a queda da economia em 2020, com a cria√ß√£o do aux√≠lio emergencial e do programa que preservou empregos em troca da redu√ß√£o de jornada ou da suspens√£o de contratos. "O programa de manuten√ß√£o de empregos preservou 11 milh√Ķes de empregos. Além disso, 3 milh√Ķes de postos formais de trabalho foram criados desde a metade do ano passado."

O ministro destacou que as mudan√ßas clim√°ticas estavam entre os principais tópicos das reuni√Ķes do FMI e do Banco Mundial. Segundo ele, todo o planeta est√° preocupado com a quest√£o, que provoca cat√°strofes em alguns pa√≠ses e tem impacto sobre o pre√ßo da energia em outros lugares.

"Está chovendo muito pouco no Brasil, e preços da energia estão aumentando. Já na China, chove demais e o preço do carvão sobe", concluiu o ministro.

Fonte: EBC
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